Quando eu falo com vocês, procuro usar o código de vocês.
A figura do índio no Brasil de hoje não pode ser aquela de 500 anos atrás , do passado, que representa aquele primeiro contato.
Da mesma forma que o Brasil de hoje não é o Brasil de ontem, tem 160 milhões de pessoas com diferentes sobrenomes.
Vieram asiáticos, europeus, africanos,
e todo mundo quer ser brasileiro.
A importante pergunta que nós fazemos é: qual é o pedaço de índio que vocês tem?
O seu cabelo ? São seus olhos ?
Ou é o nome da sua rua ?
O nome da sua praça ?
Enfim, vocês devem ter um pedaço de índio dentro de vocês olhem para gente como seres humanos , como pessoas que nem precisam de paternalismo,
nem precisam ser tratadas com previlégios.
Nós não queremos tomar o Brasil de vocês ,
Nós queremos compartilhar esse Brasil com vocês.
A figura do índio no Brasil de hoje não pode ser aquela de 500 anos atrás , do passado, que representa aquele primeiro contato.
Da mesma forma que o Brasil de hoje não é o Brasil de ontem, tem 160 milhões de pessoas com diferentes sobrenomes.
Vieram asiáticos, europeus, africanos,
e todo mundo quer ser brasileiro.
A importante pergunta que nós fazemos é: qual é o pedaço de índio que vocês tem?
O seu cabelo ? São seus olhos ?
Ou é o nome da sua rua ?
O nome da sua praça ?
Enfim, vocês devem ter um pedaço de índio dentro de vocês olhem para gente como seres humanos , como pessoas que nem precisam de paternalismo,
nem precisam ser tratadas com previlégios.
Nós não queremos tomar o Brasil de vocês ,
Nós queremos compartilhar esse Brasil com vocês.
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